
O dólar à vista abriu em forte alta nesta sexta-feira (4), devolvendo as perdas da sessão anterior, e bolsas ao redor do mundo derretiam, com temores de uma guerra comercial global após a China retaliar as tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump. Dados de emprego dos Estado Unidos também estavam no radar.
Às 9h46, o dólar à vista subia 1,84%, a R$ 5,7325 na venda. Mais cedo, a moeda norte-americana chegou a subir mais de 2%.
A China informou nesta sexta que vai impor tarifas recíprocas de 34% sobre todas as importações dos EUA a partir de 10 de abril. Na quinta-feira (3), o dólar à vista fechou em baixa de 1,18%, a R$ 5,6290 – menor cotação de fechamento desde 16 de outubro do ano passado. O Banco Central fará nesta sessão um leilão de até 20.000 contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 2 de maio de 2025.
Perdas globais em ações de bancos se acentuam
A liquidação global de ações de bancos tornou-se preocupante com o colapso dos papéis de bancos japoneses nesta sexta para marcar a pior perda semanal em pelo menos 40 anos, enquanto os credores dos Estados Unidos e da Europa continuavam a cair conforme o temor de uma recessão global varria os mercados.
As quedas desta semana de 20% ou mais nas ações dos três megabancos do Japão são as maiores desde a crise financeira de 2008. CNN