Um ano após os Jogos Olímpicos, Rio de Janeiro sofre com arenas caras e vazias

Mais do que um contratempo, a perda da chave que servia para abrir um dos portões do estádio do Engenhão na primeira disputa dos Jogos Olímpicos do Rio, em 3 de agosto do ano passado, acabou sendo representativa: a Olimpíada seria uma festa linda, mas as instalações esportivas ainda dariam muita dor de cabeça. Um ano depois, o governo federal e a cidade do Rio de Janeiro tentam manter em uso equipamentos esportivos grandes, caros e que passaram a maior parte dos últimos meses vazios ou fechados – a síntese do que se convencionou chamar de “elefantes brancos”.

O portão sem chave do Engenhão, um ano atrás, teve solução rápida e prosaica. Ele foi aberto em minutos com a ajuda de um alicate do Corpo de Bombeiros. Já as instalações olímpicas que compõem o Parque Olímpico da Barra, na zona oeste do Rio, e o Parque Radical, na zona norte da cidade, passaram a maior parte do ano fechadas.

Estadão Conteúdo
08:25:03

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